Gestão municipal mantém ambiente de pluralidade política e garante ao eleitor liberdade para escolher seus candidatos
As eleições de 2026 deixaram uma importante marca na história política de Costa Rica, no Mato Grosso do Sul: a demonstração de que o eleitor pode escolher livremente seus candidatos, independentemente da preferência política do chefe do Executivo municipal.
No dia 4 de outubro, os eleitores foram às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual. Em Costa Rica, o processo eleitoral foi marcado pela presença de diferentes grupos políticos e pela liberdade de apresentação de candidaturas.
À frente da Prefeitura Municipal, o prefeito Cleverson Alves dos Santos manteve sua posição política e seus candidatos, mas, ao mesmo tempo, não teria fechado as portas para outras forças partidárias.
A postura representa um princípio importante da democracia: o prefeito pode ter seu candidato, mas o voto pertence ao eleitor.
Uma cidade aberta à democracia.
A eleição de 2026 mostrou que diferentes candidatos conseguiram conquistar espaço junto ao eleitorado de Costa Rica.
O resultado para deputado estadual é um dos exemplos mais claros dessa pluralidade. Os cinco candidatos mais votados no município foram:
1º – Júnior Mochi (MDB): 1.647 votos
2º – Gerson Claro (PP): 1.536 votos
3º – Antonio Vaz (Republicanos): 1.193 votos
4º – Defensor Ernany (PL): 1.081 votos
5º – Tânia Nogueira (PL): 952 votos
Júnior Mochi terminou na primeira colocação em Costa Rica, seguido de perto por Gerson Claro, com uma diferença de apenas 111 votos.
Na disputa para deputado federal, o eleitorado também distribuiu seus votos entre diferentes candidaturas:
1º – Marcos Pollon (PL): 2.201 votos
2º – Mara Caseiro (PL): 2.166 votos
3º – Dagoberto Nogueira (PP): 1.505 votos
4º – Camila Jara (PT): 1.396 votos
5º – Jaime Verruck (Republicanos): 1.270 votos
O resultado mostra que Costa Rica não concentrou sua escolha em uma única legenda. Candidatos de diferentes partidos conseguiram votos e tiveram espaço na disputa eleitoral.
Prefeito com candidato, mas sem impedir outras escolhas.
Um dos aspectos que merece destaque na eleição de 2026 é justamente a diferença entre ter preferência política e limitar a liberdade de escolha do eleitor.
Cleverson Alves dos Santos, como qualquer liderança política, possui suas preferências e seus candidatos. Entretanto, a administração municipal permitiu que outras correntes políticas também buscassem votos na cidade.
Essa postura reforça uma visão de que a democracia municipal deve estar acima das disputas partidárias.
O eleitor precisa ter liberdade para ouvir diferentes candidatos, conhecer propostas, comparar ideias e, finalmente, escolher aquele que considera melhor para representá-lo.
Os números mostram a pluralidade.
A diversidade também apareceu nas demais disputas.
Para governador, Eduardo Riedel (PP) obteve 11.081 votos, correspondentes a 78,91% dos votos válidos em Costa Rica com apoio do prefeito Cleverson Alves dos Santos .
Fábio Trad ficou em segundo, com 2.212 votos, seguido por João Henrique Catan, com 579.
Para o Senado, os dois mais votados foram Reinaldo Azambuja, com 10.858 votos, e Capitão Contar, com 9.969 votos. Soraya, Vander Loubet e Roberto Oshiro também receberam votos no município.
Na disputa presidencial, a votação também apresentou participação de diferentes candidaturas, com Flávio Bolsonaro e Lula concentrando as maiores votações na cidade.
Um novo momento político para Costa Rica.
A eleição de 2026 permite que Costa Rica seja apresentada como um município onde a liberdade de escolha do eleitor ganhou destaque.
Não se trata de afirmar que todos os cidadãos tenham a mesma opinião ou que todos sigam a orientação política da administração. Pelo contrário: a democracia se fortalece justamente quando existem opiniões diferentes.
O prefeito pode apoiar um candidato. Vereadores podem apoiar outros. Lideranças empresariais, comunitárias e partidárias podem defender suas preferências.
Mas, diante da urna, a decisão é individual e soberana do eleitor.
Essa é a essência da democracia.
O voto pertence ao cidadão.
A postura de permitir que diferentes candidatos e partidos tenham espaço para apresentar suas propostas contribui para um ambiente político mais aberto e participativo.
Costa Rica, em 2026, mostrou que uma cidade pode ter uma administração municipal com posicionamento político definido e, ao mesmo tempo, preservar o direito de outras forças disputarem a preferência popular.
Mais importante do que quem vence determinada eleição é garantir que o cidadão possa votar livremente.
Prefeitos passam. Vereadores passam. Deputados passam. Governadores passam. Presidentes passam.
O princípio democrático, porém, deve permanecer.
E Costa Rica tem a oportunidade de escrever uma nova página de sua história política: uma cidade onde a democracia é exercida com liberdade, respeito às diferenças e, acima de tudo, respeito à escolha de cada eleitor.
Fonte Costaricanoticias.com















