As ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti em Costa Rica somaram 58.700 visitas domiciliares entre janeiro e agosto deste ano. O trabalho é realizado pelas equipes de controle de endemias do município e inclui vistorias em imóveis, eliminação de possíveis criadouros e orientação aos moradores.
Além das residências, 432 pontos considerados estratégicos foram vistoriados no período. Entre eles estão locais que exigem acompanhamento diferenciado por apresentarem condições que podem favorecer a proliferação do mosquito, como borracharias, ferros-velhos e cemitérios.
As equipes também desenvolveram ações em 835 quarteirões, com eliminação de focos e bloqueios químicos. A aplicação de inseticida é utilizada quando há indicação técnica.
Outra estratégia adotada no município é o monitoramento por ovitrampas. O projeto começou em março e, até agosto, possibilitou a coleta de 10.366 ovos do mosquito.
As armadilhas ajudam a identificar a presença e a distribuição do Aedes aegypti e fornecem informações para direcionar as medidas de controle nas diferentes regiões da cidade.
O trabalho de prevenção também chegou às escolas. Em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, profissionais realizaram palestras em unidades de ensino e creches, com orientações sobre criadouros e formas de evitar a reprodução do mosquito.
O Aedes aegypti está relacionado à transmissão de doenças como dengue, chikungunya e Zika. Por isso, além das ações realizadas pelo poder público, os moradores devem manter a atenção em recipientes e locais que possam acumular água.
Entre os cuidados estão manter caixas-d’água e reservatórios fechados, limpar calhas, verificar ralos e retirar objetos que possam reter água nos quintais.















