Mato Grosso do Sul continua enfrentando um surto de chikungunya, com o número de óbitos subindo para 16, conforme boletim epidemiológico divulgado recentemente. O novo relatório aponta quatro mortes adicionais, incluindo a de uma mulher de 28 anos, de Iguatemi, que se tornou a vítima mais jovem até o momento. Ela faleceu em abril, após apresentar os primeiros sintomas no final de março.
Além dessa jovem, as outras três mortes ocorreram em Maracaju, município que já contabiliza seis óbitos pela doença. As vítimas foram três moradores, duas mulheres, de 66 e 86 anos, e um homem de 53 anos. Todos eram hipertensos, e uma das mulheres também sofria de obesidade e diabetes.
Com mais de 13,6 mil casos prováveis registrados no estado, a situação é preocupante. Desses, 6,6 mil já foram confirmados por exames laboratoriais. O boletim também indica que 70 gestantes foram infectadas pelo vírus em 2023, o que aumenta a preocupação com a saúde das futuras mães e dos bebês.
As autoridades de saúde de Mato Grosso do Sul alertam para o aumento da incidência da doença, especialmente em municípios como Figueirão e Antônio João, onde os números de casos são altos. Além disso, cidades como Jateí, Nioaque e Maracaju apresentaram incidência média, o que reflete uma disseminação mais ampla do vírus.

















