O número de mortos após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) subiu para pelo menos 132, segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades. Mais de 570 pessoas ficaram feridas e equipes de emergência continuam trabalhando nas áreas mais atingidas.
O tremor ocorreu às 9h34, no horário de Brasília, e teve epicentro na região de San José del Palmar, no departamento de Chocó, no oeste colombiano. O abalo foi sentido em diferentes regiões do país e provocou danos significativos em estruturas residenciais, unidades de saúde e estabelecimentos de ensino.
Pereira concentra maior número de vítimas
A cidade de Pereira, capital do departamento de Risaralda, está entre as áreas mais atingidas. O município registrou dezenas de mortes e diversos imóveis foram destruídos ou sofreram danos estruturais.
As equipes de emergência foram mobilizadas para realizar buscas e retirar pessoas de áreas consideradas de risco. Prédios parcialmente destruídos também passaram a ser avaliados pelas autoridades para evitar novos acidentes durante os trabalhos de resgate.
A dimensão da destruição também provocou pressão sobre o sistema de saúde. Hospitais receberam grande quantidade de feridos após o terremoto, enquanto autoridades trabalham para manter o atendimento à população.
Casas, escolas e unidades de saúde foram danificadas
Os primeiros levantamentos apontaram mais de 1,5 mil imóveis atingidos, além de dezenas de construções completamente destruídas.
Também foram registrados danos em unidades de saúde e escolas, aumentando os desafios enfrentados pelas autoridades durante a resposta à emergência.
O número de vítimas e de estruturas afetadas ainda pode mudar à medida que as equipes conseguem acessar regiões isoladas e realizar novas avaliações dos danos.
Toque de recolher é decretado em Pereira
Diante de relatos de saques após o terremoto, a Prefeitura de Pereira decretou toque de recolher em algumas áreas da cidade durante a noite de segunda-feira.
A medida atingiu regiões como o centro, o bairro universitário e o distrito de Cuba. O objetivo foi reforçar a segurança de moradores e estabelecimentos comerciais enquanto as equipes atuavam na emergência.
Equipes continuam buscas por sobreviventes
As operações de resgate seguem concentradas principalmente nos locais onde houve desabamentos.
Moradores, voluntários e equipes especializadas participam dos trabalhos de retirada de escombros e avaliação das estruturas danificadas. A prioridade é localizar possíveis sobreviventes, prestar atendimento aos feridos e garantir a segurança das áreas afetadas.
O terremoto é considerado um dos eventos sísmicos mais graves registrados na Colômbia nas últimas décadas, e a dimensão dos danos ainda está sendo contabilizada.
Governo acompanha situação nas áreas atingidas
O governo colombiano deslocou autoridades para as regiões afetadas para acompanhar a situação e avaliar as necessidades de cada município.
Em Chocó, autoridades locais trabalham em conjunto com equipes nacionais para organizar a resposta emergencial e identificar as áreas que precisam de maior apoio.
Os recursos destinados à emergência deverão ser utilizados para atendimento às vítimas, recuperação da infraestrutura e assistência às comunidades atingidas.
Número de vítimas pode aumentar
Com as operações de busca ainda em andamento, as autoridades colombianas alertam que o balanço de mortos e feridos pode sofrer novas alterações.
Além das perdas humanas, o terremoto deixou um grande impacto sobre a infraestrutura de cidades do oeste do país. Prédios, residências, escolas, unidades de saúde e vias públicas foram atingidos.
As equipes de emergência permanecem mobilizadas enquanto os trabalhos de resgate, avaliação dos danos e atendimento às famílias afetadas continuam.
Fonte: Notícias ao Minuto















